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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Os indicados para o 40º Blues Music Awards



Seguindo a tradição, saiu a lista de indicados para o 40º Blues Music Awards, maior premiação do gênero, que reúne os artistas que mais se destacaram. Dentre os indicados, muitos deles figuraram na lista do Filho do Blues de melhores álbuns de 2018. O líder em número de nomeações foi Anthony Geraci, que foi um dos destaques em 6 categorias (Música do ano, com "Angelina, Angelina", Álbum do Ano, com Why Did You Have To Go, que ficou em segundo na lista do blog, Álbum de Blues Tradicional, Artista Masculino de Blues Tradicional, o Melhor Pianista Pinetop Perkins e, por fim, a melhor banda, com a sua The Boston Blues All-Stars). O segundo lugar ficou com Shemekia Copeland e Nick Moss, com 4 indicações cada. Confira a seleção do The Blues Foundation abaixo. O evento acontecerá no dia 9 de maio de 2019.

Acoustic Album
 A Woman’s Soul, Rory Block
Black Cowboys, Dom Flemons
Global Griot, Eric Bibb
Journeys To The Heart Of The Blues, Joe Louis Walker/Bruce Katz/Giles Robson
Wish The World Away, Ben Rice

Acoustic Artist
Ben Rice
Guy Davis
Hadden Sayers
Harrison Kennedy
Rory Block

Album of the Year
America’s Child, Shemekia Copeland
The High Cost Of Low Living, The Nick Moss Band Featuring Dennis Gruenling
Journeys To The Heart Of The Blues, Joe Louis Walker/Bruce Katz/Giles Robson
Rough Cut, Curtis Salgado and Alan Hager
Why Did You Have To Go, Anthony Geraci

B.B. King Entertainer
Beth Hart
Bobby Rush
Lil’ Ed Williams
Michael Ledbetter
Sugaray Rayford

Band of the Year
Anthony Geraci & The Boston Blues All-Stars
Larkin Poe
Lil’ Ed & the Blues Imperials
Nick Moss Band
Welch-Ledbetter Connection


Best Emerging Artist Album
Burn Me Alive, Heather Newman
Free, Amanda Fish
Heartland And Soul, Kevin Burt
Tough As Love, Lindsay Beaver
Wish The World Away, Ben Rice


Blues Rock Album
The Big Bad Blues, Billy F Gibbons
High Desert Heat, Too Slim and the Taildraggers
Live At The ’62 Center, Albert Cummings
Poor Until Payday, The Reverend Peyton’s Big Damn Band
Winning Hand, Tinsley Ellis


Blues Rock Artist
Billy F Gibbons
Eric Gales
J.P. Soars
Kenny Wayne Shepherd
Tinsley Ellis


Contemporary Blues Album
America’s Child, Shemekia Copeland
Belle Of The West, Samantha Fish
Chicago Plays The Stones, The Living History Band
Hold On, Kirk Fletcher
Wild Again, The Proven Ones


Contemporary Blues Female Artist
Beth Hart
Danielle Nicole
Samantha Fish
Shemekia Copeland
Vanessa Collier


Contemporary Blues Male Artist
Kenny Neal
Rick Estrin
Ronnie Baker Brooks
Selwyn Birchwood
Toronzo Cannon


Instrumentalist-Bass
Danielle Nicole
Michael “Mudcat” Ward
Patrick Rynn
Scot Sutherland
Willie J. Campbell


Instrumentalist-Drums
Cedric Burnside
Jimi Bott
June Core
Tom Hambridge
Tony Braunagel

Instrumentalist - Guitar
Anson Funderburgh
Christoffer “Kid” Andersen
Laura Chavez
Monster Mike Welch
Ronnie Earl


Instrumentalist - Harmonica
Billy Branch
Bob Corritore
Dennis Gruenling
Kim Wilson
Mark Hummel


Instrumentalist - Horn
Doug James
Jimmy Carpenter
Kaz Kazzanof
Mindi Abair
Nancy Wright
Vanessa Collier

Instrumentalist - Vocalist
Beth Hart
Danielle Nicole
Janiva Magness
Michael Ledbetter
Shemekia Copeland


Koko Taylor Award (Traditional Blues Female)
Fiona Boyes
Lindsay Beaver
Ruthie Foster
Sue Foley
Trudy Lynn


Pinetop Perkins Piano Player
Anthony Geraci
Bruce Katz
Jim Pugh
Marcia Ball
Mike Finnigan


Song of the Year
“Ain’t Got Time For Hate,” written by John Hahn and Will Kimbrough
“Angelina, Angelina,” written by Anthony Geraci
“Cognac,” written by Buddy Guy, Tom Hambridge, Richard Fleming
“No Mercy In This Land,” written by Ben Harper
“The Ice Queen,” written by Sue Foley


Soul Blues Album
Back In Business, Frank Bey
Every Soul’s A Star, Dave Keller
I’m Still Around, Johnny Rawls
Love Makes A Woman, The Knickerbocker All-Stars
Reckoning, Billy Price

Soul Blues Female Artist
Annika Chambers
Barbara Blue
Candi Staton
Thornetta Davis
Whitney Shay

Soul Blues Male Artist
Frank Bey
Johnny Rawls
Sugaray Rayford
Wee Willie Walker
William Bell

Traditional Blues Album
The Blues Is Alive And Well, Buddy Guy
The High Cost Of Low Living, Nick Moss Band Featuring Dennis Gruenling
The Luckiest Man, Ronnie Earl & The Broadcasters
Tribute to Carey Bell, Lurrie Bell & the Bell Dynasty
Why Did You Have To Go, Anthony Geraci


Traditional Blues Male Artist
Anthony Geraci
Cedric Burnside
James Harman
Lurrie Bell
Nick Moss

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Melhores álbuns de 2018



Antes de apresentar a lista de melhores álbuns de 2018 do Filho do Blues, gostaria de deixar registrado algumas palavras sobre esse ano que chega ao fim. Do início ao fim, foi um ano muito intenso, graças a Deus, de muito trabalho e que culminou com o momento mais feliz e incrível da minha vida, o nascimento da minha filha, Teodora. Portanto, essa lista tem também algo de muito especial pessoalmente, já que esta foi a trilha sonora que me acompanhou por todos esses momentos.

Sobre a lista, o primeiro lugar, pelo conjunto da obra, só poderia ficar com Buddy Guy mesmo. Não apenas pelo seu álbum que fica no topo, The Blues is Alive and Well, mas também pela participação de Guy em outras obras de destaque no ano, como Chicago Plays The Stones, o tributo de lendas do blues para a banda The Rolling Stones, e também a participação no álbum de Playing for Change, com uma versão de uma música sua mesmo, "Skin Deep". No mais, muito blues e uma presença tímida da música brasileira, que teve Elza Soares, Arnaldo Antunes e Cordel do Fogo Encantado como representantes.

Peço desculpas por mudar a forma que a lista era apresentada, normalmente em cinco postagens, com dez discos cada, contendo comentários sobre cada um dos álbuns. Mas esse ano realmente não tive tempo para fazer esse trabalho detalhado. Mas, enfim, a lista está a seguir. Como postagem complementar, irei postar a playlist do Filho do Blues no Spotify com as melhores músicas de 2018, tiradas desses álbuns.

Enfim, que venha 2019!

Grande abraço a todos!

1. Buddy Guy - The Blues is Alive and Well
2. Anthony Geraci - Why Did You Have to Go
3. Spiritualized - And Nothing Hurt
4. Lurrie Bell & The Bell Dynasty - Tribute to Carey Bell
5. Joe Louis Walker, Bruce Katz, Giles Robson - Journeys To The Heart of the Blues
6. Roger C. Wade - The Schoolhouse Sessions
7. Ben Harper & Charlie Musselwhite - No Mercy In this Land
8. Trudy Lynn - Blues Keep Knockin'
9. Bob Corritore & Friends - Don't Let the Devil Ride
10. The Reverend Shawn Amos - The Reverend Shawn Amos Breaks it Down
11. Various Artists - Chicago Plays the Stones
12. Paul Thorn - Don't Let the Devil Ride
13. Billy F. Gibbons - The Big Bad Blues
14. Rockwell Avenue Blues Band  - Back to Chicago
15. Breezy Rodio - Sometime the Blues Got Me
16. The Little Red Rooster Blues Band - Lock Up The Liquor
17. Rory Block - A Woman's Soul: A Tribute to Bessie Smith
18. Nick Moss - The High Cost of Living
19. James Harman - Fineprint
20. Colin James - Miles to Go
21. Sean Chambers - Welcome to My Blues
22. Snooky Prior - All My Money Gone
23. Elza Soares - Deus é Mulher
24. Bernard Allison - Let it Go
25. John Clifton - Nightlife
26. Cliff Grant - Life Can Be A Big Struggle/Sweet Loven Woman
27. The Alabama Lovesnakes - III
28. John Akapo - Paradie Blues
29. Playing For Change - Listen to The Music
30. RL Boyce - Rattlesnake Boogie / Ain't Gonna Play Too Long
31. The Reverend Peyton's Big Damn Band - Poor Until Payday
32. HP Lange - Trackin' My Blues
33. Kenny "blues boss" Wayne - Inspired by the Blues
34. Shemekia Copeland - America's Child
35. Myles Goodwyn - Myles Goodwyn and Friends of the Blues
36. Mud Morganfield - They Call Me Mud
37. Curtis Salgado - Rough Cut
38. Tinsley Ellis - Winning Hand
39. Mick Kolassa - Double Standarts
40. David Byrne - American Utopia
41. Celso Salin Band - Mama's Hometown
42. Paul Barry - Blow Your Cool
43. Theotis Taylor - Something Within Me
44. Billy Boy Arnold - Blues Lowdown
45. Cedric Burnside - Benton County Relic
46. Arnaldo Antunes - RSTUVXZ
47. Dave Hole - Goin' Back Down
48. Leon Bridges - Good Thing
49. Tony Joe White - Bad Mouthin'
50. Bob Margolin - Bob Margolin
51. Cordel do Fogo Encantado - Viagem ao Coração do Sol

domingo, 6 de maio de 2018

Resenha de Lurrie Bell & The Bell Dynasty - Tribute to Carey Bell



Muitas das do blues tem um clã bastante numeroso. Porém, nem todos seguem o mesmo caminho do pai de músico de blues. Algumas vezes, alguns carregam o nome do pai e se destacam na cena, em especial os filhos de Muddy Waters, sem dúvida um dos maiores nomes da história do blues. Big Bill Morganfield e Mud Morganfield já estão há algum tempo na carreira de músicos profissionais e possuem alguns discos bem interessantes e assim vão seguindo com a dinastia Morganfield. Mas não é sobre a dinastia dos Morganfield de que esse post se trata, mas sim de outro clã que está dando muito que falar. Carey Bell foi um dos maiores gaitistas da história do blues e na sua carreira levou seus filhos para o palco algumas vezes enquanto estavam crescendo. Alguns dos seus filhos seguiram seus passos, em especial Lurrie Bell, que é um dos grandes nomes contemporâneos do blues. Agora, além de Lurrie, Tyson, Steve e James Bell, formam a banda The Bell Dynasty e se unem para gravar um disco em tributo ao pai, Tribute to Carey Bell, que conta com participações especiais de outros gigantes da gaita, como Billy Branch e Charlie Musselwhite (sempre ele!), e Eddie Taylor Jr.

  Como era de se esperar, já que se trata de um tributo a um dos gigantes da gaita, o disco é todo recheado de grandes solos de gaita. Os destaques ficam com "Gone to Main Street", "Hard Hearted Woman", os quase nove minutos de "So Hard to Leave You Alone", com Billy Branch (que também participa de "Carey Bell Was a Friend of Mine", e "When I Get Drunk"), "What My Momma Told Me", dentre outras. Já Charlie Musselwhite fica com a clássica "I Got to Go". Sem dúvida, um dos favoritos para as listas de final de ano dos melhores discos. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Melhores Álbuns de 2016: Parte IV






Let Me Get By consegue captar todo o potencial da grande banda Tedeschi Trucks Band, agora não somente grande apenas no número de integrantes, mas grande também pela música, recheada de maturidade, criatividade e profundidade. Um grande e grandioso álbum. Sem dúvida, “grande” é o adjetivo perfeito para Let Me Get By.






12. Dinosaur Jr. - Give a Glimpse At What Yer Not

É incrível uma banda como Dinosaur Jr. A maneira que eles conseguiram desenvolver sua fórmula e se manter nela num nível elevadíssimo de qualidade não é qualquer um que consegue. Give a Glimpse At What Yer Not é mais um belíssmo disco que faz com que Dinosaur Jr seja uma das poucas bandas que continuam lançando discos no nível equivalente aos seus discos clássicos de início de carreira.








13. Big Jon Atkinson & Bob Corritore - House Party At Big Jon's

Uma parceria incrível de dois caras que manjam muito de blues, o guitarrista Big Jon Atkinson e o gaitista Bob Corritore. Ainda tem a participação de Alabama Mike, que já apareceu por nossa lista, Dave Riley, Tomcat Courtney e Willie Buck. O selo Delta Groove apresentou alguns dos álbuns de blues mais tradicionais e puros que é possível fazer nos dias de hoje. House Party At Big Jon’s quase transporta você de volta para os anos 50, no auge do Chicago blues. Enfim, é um álbum maravilhoso para colocar pra ouvir e ficar curtindo um som com os amigos e tomando uma cerveja.










14. Lurrie Bell - Can't Shake This Feeling

Lurrie Bell, filho de grande gaitista Carey Bell,  é um dos maiores nomes do blues contemporâneo. Can’t Shake This Feeling é mais um sinal de que Bell vem construindo uma carreira significativa, digna de uma verdadeira lenda. Dentre covers e originais, todo o disco é uma celebração do blues de Chicago.








The Blues, The Whole Blues and Nothing But The Blues é exatamente o que o título sugere, mostrando ainda que, além do blues, todo o blues e nada mais que o blues, Bromberg  ainda consegue apresentar variações bem interessantes, deixando o álbum ainda mais rico.







16. Teenage Fanclub – Here

Os herois do alternativo da década de 90 estão de volta com um novo disco. O que impressiona é que eles ainda estejam tão bem! Here tem tudo o que os fãs do Teenage Fanclub podem esperar: belas melodias e ótimas texturas de guitarra.



Joe Bonamassa dispensa apresentações mais prolongadas. Como todos sabem, seria impensável Bonamassa passar um ano inativo ou sem lançar algo novo, seja um disco de estúdio ou um disco ao vivo (contando com Blues of Desperation, Bonamassa já lançou três discos só em 2016). Blues of Desperation confirma Bonamassa como o melhor do blues-rock à disposição no mercado.








Não é só porque o próprio Big Harp George visitou o blog e comentou na resenha do disco. É porque Big Harp faz um grande blues, com composições próprias e letras significativas que resgatam um pouco do lado positivo do blues, em músicas como “I Ain’t The Judge of You” e “Justice In My Time”. Em tempos turbulentos, em que as pessoas reclamam que a vida perde a graça com o politicamente correto, Big Harp George mostra que se pode se divertir respeitando os outros e buscando sermos melhores pessoas sempre. Por isso, uma grande relíquia para 2016.








O diferencial de um álbum novo de um artista já consagrado é que ele não compõe pressionado, não tem nada mais a provar a ninguém, o que torna o álbum despretensioso e, de certa forma, revelador de um lado mais pessoal e humano do artista. É algo que acontece com vários desses deuses do rock, como Paul McCartney e Bob Dylan mais recentemente. Não nos compete comparar com os clássicos feitos do passado, apenas desfrutar de mais alguns momentos musicais agradáveis com um gênio da música, algo quase em extinção. I Still Do é um álbum leve e que mostra que Clapton ainda tem o blues. Sugere-se que este pode ser o último disco de sua carreira, de acordo com uma nota que o próprio escreveu; nesse caso, seria uma delicada, singela e suave despedida.







20. Colin James - Blue Highways
O canadense Colin James lança mais um grande álbum de blues, cheio de versões de clássicos que ficam maravilhosos nessa nova releitura, com destaque para “Gypsy Woman” e “Hoodoo Man Blues”.



sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Melhores Álbuns de 2013 - Parte II





O caldeirão de Bull Goose Rooster é extenso e rico, com uma intensidade de fazer inveja a qualquer senhor de sessenta e quatro anos. Ninguém melhor do que o próprio Slim para opinar sobre o assunto: “eu posso ser um velho bluesman sem dentes de sessenta e quatro anos, mas eu faço um show do caralho!”. Esse pode certamente ser o resumo em linhas gerais de Bull Goose Rooster.










Disco é a congregação, enfim em um único disco, de todo o universo que Arnaldo Antunes explorou em sua riquíssima carreira. E finca ainda mais o nome de Arnaldo Antunes como o grande e, talvez, o maior e melhor compositor ainda em atividade na música brasileira.





23.Mudhoney - Vanishing Point




Vanishing Point chega ao fim com a missão cumprida. Afinal, a intenção era mostrar uma banda honesta, íntegra, com consciência de si própria, em relação a seu papel e sua posição. É uma velha banda rejuvenescida, como se tocar fosse uma máquina do tempo que a transportasse para vinte anos atrás, tocando essas mesmas músicas.







Volume 3 é um belo, gostoso e divertido álbum, que nos faz viajar por momentos e sensações diversas pelo tempo. Um moderno álbum celebrando o passado, ou mantendo-o vivo e em funcionamento, através de belas canções com toda capacidade de entrar nas paradas, tanto agora quanto no seu tempo, seja lá que tempo for esse.





25. Paul McCartney – New



Sir Paul McCartney retorna com um álbum completo de inéditas desde Memory Almost Full, de 2007, com a proposta de mesclar o clássico do ex-beatle com um som mais moderno, por vezes eletrônico, até flertando um pouco com o hip hop. Embora nem todos os resultados tenham sido satisfatórios em comparação à qualidade de Macca, New ainda nos revela grandes momentos, como a faixa que dá título ao álbum e “Early Days”, para citar apenas duas.





26. Lurrie Bell - Blues in My Soul




O Chicago Blues está presente na lista de 2013 em vários momentos, e Blues In My Soul, de Lurrie Bell, certamente é um dos mais agradáveis. Com um blues puro e perfeitamente executado, faz literalmente com que o blues impregne totalmente sua alma.










Trouble Will Find Me é um grande álbum, mas com um potencial de poder ter sido bem melhor. Mesmo assim, em várias músicas eles se apresentam em grande nível, tornando-se, se não um clássico álbum na carreira de The National, pelo menos mais um bom e interessante trabalho da banda.





28. Kings of Leon - Mechanical Bull



Kings of Leon escrevem mais um capítulo para fincar seu nome no hall de grandes bandas de arena rock e de healines de festivais, com músicas como “Supersoaker”, “Rock City”, “Beautiful War”, dentre outras.






29. Beth Hart & Joe Bonamassa – Seesaw



Mais uma voz ponderosa do cenário blues, Beth Hart forma uma equipe com Joe Bonamassa e fazem um ótimo disco de covers, mostrando várias facetas da banda, passando ainda por soul e jazz. Um ótimo trabalho que vale a pena conferir!







Bloodsports é um sucesso inesperado de uma banda que se julgava acabada e sem força criativa de se destacar mais uma vez nesse cenário que ela chegou a conquistar há vinte anos. Assim como nesses vinte anos a indústria também se transformou e não se pode imaginar por quanto tempo ainda Suede se manterá nessa posição. Mas não são coisas que valem a pena perder tempo pensando agora. A verdade é que eles voltaram com força para, pelo menos, igualar os seus melhores e gloriosos dias passados. E isso para eles já é o bastante.





MELHORES ÁLBUNS DE 2013 - PARTE I - DO 40 ATÉ O 31
MELHORES ÁLBUNS DE 2013 - MENÇÕES HONROSAS