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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte VIII

05. THE BLACK KEYS – EL CAMINO



A cada ano Black Keys vai se consolidando como uma das mais interessantes e produtivas da cena alternativa. Para quem começou sendo apontado como cópia do White Stripes, a cada novo lançamento Black Keys confirma sua liberdade e identidade.





04. YUCK - YUCK



Em meio à invasão de inúmeras bandas revisitando os anos 80, cheia de sintetizadores e teclados artificiais, Yuck é uma lavagem dos ouvidos para quem quer ouvir guitarras puras (ou impuras) e um som cru, forte e seco.



03. WILCO – THE WHOLE LOVE



No fim, The Whole Love é tudo o que poderia se esperar de um trabalho de Wilco. Ao mesmo tempo em que se mantém nas raízes, há algo de profundamente novo em cada uma das 12 faixas. E ainda por cima reafirma Wilco na posição de uma das bandas mais interessantes no cenário atual. Melhor álbum desde Yankee Hotel Foxtrot.



02. GIRLS – FATHER, SON, HOLY GHOST



Father, Son, Holy Ghost sem dúvida alguma está entre os grandes lançamentos do ano, se não estiver em primeiro. Tenho certeza que estará disputando segundo por segundo o título com Bon Iver, mas, não sei se pela euforia da descoberta, Father, Son, Holy Ghost entra na reta final do ano como o favorito. Amém.



01. BON IVER - BON IVER



"O cara que gravou um álbum sozinho na floresta". É quase um segundo nome para Bon Iver, banda quase fictícia de Justin Vernon, a mente, olhos, boca, dedos, pés e os braços de praticamente tudo. Bon Iver, ou Vernon, como preferir, surgiu na cena indie no início de 2008 e surpreendeu com o álbum For Emma, Forever Ago. Relativamente similar aos primeiros trabalhos de Iron & Wine, o álbum tem uma história curiosa. Vernon se mudou para Wisconsin, sua cidade natal, e montou um acampamento numa remota floresta, longe de todo tipo de civilização, e compôs e gravou por três meses seguidos, completamente sozinho. Ele voltou ao mundo com For Emma, Forever Ago praticamente concluído, apenas acrescentou alguns arranjos e backing vocals depois. O álbum foi muito bem recebido pela crítica, com belas e mórbidas músicas, um homem solitário desabafando para si mesmo as angústias de uma alma atormentada. O álbum colocou Bon Iver na lista de lançamentos mais antecipados.

Até que enfim em 2011 ele voltou com tudo e muito mais com um álbum homônimo, Bon Iver. Ainda é cedo para afirmar, mas é difícil algum outro lançamento bater a grandiosidade desse álbum. Quem esperava outro confinamento de Vernon e mais um trabalho de uma pessoa só, enganou-se. "I don't find inspiration by just sitting down with a guitar anymore”, disse Vernon à recente entrevista dada ao site Pitchfork. Agradecemos a isso. Não que a antiga fórmula seja ruim, mas essa é mais refrescante. Bon Iver, mesmo sendo ainda movido mente de Vernon, nesse novo álbum soa como uma banda, de fato. Ele acrescentou novas texturas às canções, transformando simples baladas ao violão em composições grandiosas e complexas. Diferentes sons e instrumentos disputando cada segundo de música, com a voz de Vernon soando ainda mais atormentada. Fica claro que Vernon quis se desligar quase que totalmente do som que ficou no For Emma, Forever Ago. Fica claro com a faixa de abertura, “Perth”, apresentando, para a surpresa geral, uma banda completa, com um trabalho de bateria muito interessante, além da orquestra por cima de toda a música. É uma boa introdução para o que está por vir. Letras estranhas e melodias e variações inesperadas permeiam todo o álbum. Ao mesmo tempo em que isso causa certa estranheza na primeira audição, é a recompensa. Há tantas coisas ali escondida e para serem descobertas, que após ouvir repetidas vezes, ainda absorvemos sons novos e não revelados.

É difícil definir poucos pontos altos de Bon Iver. Mantém o alto nível. Certamente que tem aquelas impactantes logo de cara. Como Minnesota, WI, que consegue ser ao mesmo tempo leve e pesada, graças às loucas variações de Vernon. “Michicant” é outra obra de arte, “Hinnom, TX” fica duas vozes, uma grave e outra aguda, cantando versos diferentes, me lembrou um pouco da inigualável “Ladies and Gentlemen, We Are Floating in Space”, de Spiritualized. Até que nos aparece “Calgary” nos guiando em uma jornada musical, que simboliza mais ou menos o que é escutar esse álbum, que vai crescendo a cada faixa.

Podemos dizer que aconteceu com Bon Iver o mesmo que Iron & Wine, que melhorou ao incorporar novas formas ao seu som, sobretudo após Shepherd’s Dog, de 2007. Se não tivesse dado esse passo ousado, ficaríamos sem, por exemplo, “Rabbit Will Run”, de Iron & Wine e, paralelamente, “Calgary”, de Bon Iver. É o típico sim à mudança.




Parte I (40 a 36)
Parte II (35 a 31)
Parte III (30 a 26)
Parte IV (25 A 21)
Parte V (20 A 16)
Parte VI (15 A 11)
Parte VII (10 A 06)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte VII

10. TOM WAITS – BAD AS ME



É muito raro hoje em dia um artista com quase 40 anos de estrada lançar um álbum forte como Bad as Me, fazendo-se sentir tão novo e tão antigo ao mesmo tempo. Bad as Me reúne as melhores facetas de Tom Waits. É muito bom vê-lo ainda com tanto fôlego criativo.



09. FOO FIGHTERS – WASTING LIGHT



Pode-se dizer que com Wasting Light (2011) o Foo Fighters renasceu. A banda que nos últimos anos parecia sobreviver somente de antigos hits, aparece neste ano totalmente renovada. Wasting Light é o melhor álbum do Foo’s desde The Colour and the Shape, de 1997.



08. MY MORNING JACKET – CIRCUITAL



Circuital é o mais novo trabalho do My Morning Jacket e pode ser considerado um Evil Urges mais consiso, com mais unidade e sem os exageros experimentais do anterior. Circuital é mais um ótimo passo na carreira de My Morning Jacket.



07. STEPHEN MALKMUS & THE JICKS – MIRROR TRAFFIC



Em Mirror Traffic vemos todas as facetas de Stephen Malkmus e melhor ainda, todas na melhor forma possível. Um álbum cru, rock n roll, sem frescuras ou arranjos super espaciais. Simplesmente um cara com sua guitarra, Malkmus, e sua banda, The Jicks. Só falta agora ele vir para Recife como fez em 2002 na turnê do primeiro álbum!



06. THE PAINS OF BEING PURE AT HEART – BELONG



Aqui não há lacunas, Belong é completo, constante e forte. Uma agradabilíssima surpresa dessa banda que está apenas começando agora e que com certeza ainda tem muito a mostrar.



Parte I (40 a 36)
Parte II (35 a 31)
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Parte IV (25 A 21)
Parte V (20 A 16)
Parte VI (15 A 11)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte VI

15. GRUFF RHYS – HOTEL SHAMPOO



Hotel Shampoo é um grande álbum solo de um dos maiores compositores da cena atual, em ótima forma. Com certeza dá para matar um pouco da saudade do principal mesmo, que é Super Furry Animals.





14. THE STEPKIDS – THE STEPKIDS



Escutar The Stepkids é como uma confortável e agradável viagem intergaláctica, curta demais, e que quando chega ao seu destino, só se pensa na hora de ter mais outra dose dessa viagem.





13. BEIRUT – THE RIP TIDE



Irei usar uma imagem para falar sobre The Rip Tide. Quando aperta o play, você é imediatamente transportado para alguma taberna sinistra no meio de uma estrada de terra, na Europa medieval. O local está cheio de gente, gritando, xingando uns aos outros, com cerveja vazando pelo lado da boca, enquanto ali no canto da parede tem uma banda que alheia à tudo isso, toca seu som de maneira sublime. Os bêbados dançam, brigam, gritam e a banda permanece tocando como se nada estivesse acontecendo. The Rip Tide é o álbum mais conciso da carreira de Beirut. Um álbum simples, direto e épico.





12. JOHNNY WINTER - ROOTS



É muito bom também ver um bluesman de fato ainda na ativa e fazendo álbuns assim, tradicionais, verdadeiros e fiéis ao blues. No geral, é uma abença honesta do fundo do coração. Aposto que papai está bem satisfeito agora.





11. IRON & WINE – KISS EACH OTHER CLEAN



O som de Iron & Wine está bem mais complexo, com arranjos menos convencionais, dessa vez com mais metais e instrumentos percussivos guiando as músicas. É nesse contexto que surge Kiss Each Other Clean e suas elegantes canções. É um álbum que encanta pelo cuidado de cada faixa.



Parte I (40 a 36)
Parte II (35 a 31)
Parte III (30 a 26)
Parte IV (25 A 21)
Parte V (20 A 16)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte V

20. ATLAS SOUND - PARALLAX



Atlas Sound, projeto paralelo de Bradford Cox, vocalista do Deerhunter, lança este belíssimo álbum. Cheio de ingredientes melancólicos e solitários, ele cria um trabalho tocante por completo.





19. TV ON THE RADIO – NINE TYPES OF LIGHT



Nine Types of Light, embora não sendo tão forte e marcante como, especialmente, os dois álbuns anteriores, mostra um lado novo do Tv On The Radio, um lado mais caloroso, brilhante e igualmente bom.





18. WU LYF – GO TELL FIRE TO THE MOUTAIN



Go Tell Fire to the Mountain é um bom álbum e funciona como unidade. Mas para que todos os fatores da equação se encaixassem perfeitamente e fizessem desse álbum memorável, o vocal ao mesmo tempo forte de Roberts, deveria ser também mais claro. Mas com boa vontade e paciência do ouvinte de ir procurar as letras, acompanhá-las e desvendar todos os mistérios, Go Tell Fire to The Mountain é um ótimo álbum.





17. THE STRANGE BOYS – LIVE MUSIC



Live Music é um álbum de uma banda em pleno crescimento, abrindo novas portas para novas audiências. Se eles deixaram um pouco de serem estranhos, tornaram-se melhores ainda.





16. STAR ANNA & THE LAUGHING DOGS – ALONE IN THIS TOGETHER



Sob a orientação de Mike McCready, do Pearl Jam, Star Anna & The Laughing Dogs é uma boa surpresa, que apesar de não ser o primeiro álbum lançado por ela (ela tem dois álbuns somente como Star Anna), nos apresenta a essa nova artista que é bom ficar de olho



Parte I (40 a 36)
Parte II (35 a 31)
Parte III (30 a 26)
Parte IV (25 A 21)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte IV

25. BLACK LIPS – ARABIA MOUNTAIN



Black Lips, e Arabia Moutain em especial, é um som para se divertir. Não tem muitas músicas ou letras introspectivas, sobre questões morais ou vida e morte. São aquelas letras sem lógica (como em “Spidey's Curse”), que combinadas ao som deles, ficam divertidíssimas. Em algumas dá até para dançar aquela dança dos anos sessenta tipo enxugando as costas com a toalha.





24. THE DECEMBERISTS - THE KING IS DEAD



Claro que faz falta o art rock progressivo dos álbuns anteriores, mas em The King is Dead, The Decemerists está se divertindo mais confortavelmente do que nunca. E o melhor é que a diversão aqui é contagiosa.





23. SNOW PATROL – FALLEN EMPIRES



Snow Patrol mostra em Fallen Empires que é uma banda crescida e com muito potencial e parece até agora não ter se perdido na carreira, como aconteceu, por exemplo, com Coldplay.





22. J MASCIS – SEVERAL SHADES OF WHY



Bem mais modesto que o próprio, que quando perguntado sobre os melhores álbuns de 2011, simplesmente respondeu "I think I only like my record this year.", Several Shades of Why é de fato um grande álbum. Todos os ingredientes de Dinosaur Jr estão presentes no álbum, sendo que acústicos. A voz de J Mascis está tão despretensiosa, preguiçosa e relaxada como sempre esteve.





21. ARCTIC MONKEYS – SUCK IT AND SEE



Suck it And See é um álbum claramente de uma banda evoluindo, querendo aprimorar o som, e que não se satisfaz com a mesmice. Apenas cinco anos após a estréia e Arctic Monkeys já está fazendo em alguns momentos sons inquietos e profundos.




Parte I (40 a 36)
Parte II (35 a 31)
Parte III (30 a 26)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte III

30. LIRINHA – LIRA



Lira é uma mudança muito bem intencionada na carreira de Lirinha que faz finalmente a gente entender e concluir “agora sim, eu entendi porque ele saiu de Cordel...”. Falta uma direcionada dessa na carreira de muita gente grande por aí. Por exemplo, gostaria muito de um álbum assim de Jack White para saber se finalmente entenderia o fim do White Stripes.





29. KURT VILE – SMOKE RING FOR MY HALO



Membro do The War on Drugs, Kurt Vile superou a banda principal com o lançamento do seu terceiro album solo, Smoke Ring From My Halo. Com um lo-fi de qualidade, Vile enche o trabalho inteiro com belas canções, num clima calmo e um pouco meditativo.





28. PJ HARVEY – LET ENGLAND SHAKE



Let England Shake mostra um trabalho quase conceitual, muito bem pensado nos detalhes e inclusive na sua aparente simplicidade. Um álbum que enriquece ainda mais a carreira dessa grande e bela compositora inglesa.





27. EDDIE VEDDER – UKULELE SONGS



Eddie Vedder lançou o “Ukulele Songs” em 2011, que é somente ele e o ukulele, um instrumento havaiano semelhante ao cavaquinho brasileiro e distribui através de 16 músicas as mesmas belíssimas melodias e letras de sempre. O que fica bem interessante é que as letras de Eddie Vedder estão bem depressivas, sobre perdas amorosas e solidão, antagonizando com o som do ukulele, que normalmente é usado em músicas agitadas e alegres.





26. DUM DUM GIRLS – ONLY IN DREAMS



O trabalho inteiro é composto por canções interessantes e mantém um nível bem legal, nada muito genial, mas muito divertido, como é o caso da maioria das músicas, e duas faixas geniais. No geral, Only In Dreams é um bom trabalho, muito confortável para ouvi-lo tranquilamente e aproveitar seus momentos. E Dum Dum Girls parece uma banda cujo potencial está na linha crescente.



Parte I (40 a 36)
Parte II (35 a 31)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte II

35. BUSH – THE SEA OF MEMORIES



É um forte álbum de rock/pop, com musicas bem definidas e com refrãos marcantes, mas muita coisa mudou na cena musical entre o longínquo auge do Bush e o lançamento de Sea of Memories. No entanto, analisando-o isoladamente, a lista de músicas no álbum é uma das mais fortes da carreira de Bush, perdendo somente para Razorblade Suitcase e Sixteen Stone.





34. THE VACCINES – WHAT DID YOU EXPECT FROM THE VACCINES



Álbum bem interessante dessa banda que já no primeiro trabalho da impressão de que tem um bom potencial pela frente. Recebendo comparações com bandas como The Strokes, The Vaccines prova que pelo menos está em uma fase melhor que os companheiros nova-iorquinos. Vale a pena ficar de olho.





33. THURSTON MOORE – DEMOLISHED THOUGHTS



Thurston Moore se juntou com Beck, agora produtor, e resolveu abandonar os amplificadores e pegar o violão, em seu novo álbum Demolished Thoughts. O mérito aqui vai tanto para um como para outro. A diferença nesse caso é que um é com violão, outro com guitarra. Se você acha que isso é ruim, que deixa o álbum chato e previsível, está enganado. Os arranjos estão muito bem pensados e colocados no lugar exato.





32. MALE BONDING – ENDLESS NOW



Este trio londrino mandou muito bem no seu seguindo álbum. Com uma pegada punk e ao mesmo tempo melódica, pegando emprestado um pouco o estilo de cantar de J Mascis, do Dinosaur Jr, Male Bonding lança um álbum vigoroso e cheio de ótimas canções, como é o caso de “Bones”





31. THE WAR ON DRUGS – SLAVE AMBIENT



Slave Ambient, no geral, é um bom álbum, talvez se fosse mais focado numa proposta ele seria ainda melhor. Mesmo assim, a qualidade das suas melhores faixas faz ele se destacar mesmo com alguns acidentes de percurso.



Parte I (40 a 36)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Melhores Álbuns de 2011 - Parte I

O ano já está acabando e é hora de olharmos pra trás e escolhermos os melhores lançamentos de 2011. São quarenta álbuns que se destacaram nesses últimos doze meses. O especial será feito em oito partes, contendo cada uma cinco álbuns. Começaremos em ordem decrescente, começando pelos cinco últimos, contados mais como menções honrosas. Vamos à lista:

40. SHE WANTS REVENGE - VALLEYHEART



Álbum bem interessante com algumas músicas boas, apesar da influência exagerada em certos momentos dos anos 80. A menção realmente honrosa e o mérito vai quase completamente para uma única faixa, “Not Just A Girl”, sublime. Mesmo assim, ainda tem algumas outras faixas boas, como “Take The World” e “Must Be The One”.





39. INCUBUS - IF NOT NOW, WHEN?



O sétimo album do Incubus apresenta a banda mais amadurecida e um tanto mais calma. Canções mais calmas e suaves preenchem o trabalho, também bem equilibrado. Os destaques vão para “Promises, Promises” e “In Company Of Wolves”





38. ADELE - 21



O mainstream finalmente engoliu a jovem e promissora cantora inglesa Adele, principalmente após a morte de Amy Winehouse. É bom ver uma boa cantora sem aquelas parafernálias eletrônicas do pop dos dias de hoje. Não tem a veia nem a raiz fincada nas divas do jazz e do soul como tinha Amy, mas é uma promissora substituta, principalmente se souber controlar o uso de drogas e a ganância de empresários e gravadoras.





37. FLEET FOXES - HELPLESSNESS BLUES



Muito bom este album, talvez merecesse de fato estar em posição mais elevada no ranking, mas fiquei um pouco incomodado da semelhança com My Morning Jacket, principalmente na fase mais folk. Mas não tira o brilho de forma geral, pois contém várias faixas muito interessantes, sobretudo a que dá título ao trabalho.





36. KASABIAN - VELOCIRAPTOR!



O Britpop consegue brilhar neste álbum do Kasabian, que em alguns momentos, sobretudo na primeira parte do álbum, chega a ser brilhante, puxando o som da invasão britânica da década de 60. Na segunda metade, eles se perdem em arranjos eletrônicos sem noção.